
A alopécia androgenética é um problema que freqüentemente leva homens e mulheres ao consultório do Dermatologista e do Cirurgião Plástico.
Nas fases iniciais, o tratamento clínico apresenta resultado satisfatório, e passa pelo uso de medicações orais e tópicas.

Para a calvície estabelecida o tratamento cirúrgico se impõe. Várias técnicas foram utilizadas no passado desde retalhos de couro cabeludo até os punchs , que freqüentemente deixavam um aspecto artificial de “cabelo de boneca” devido aos tufos de cabelo implantados.
Resultados artificiais ficaram no passado, e hoje a cirurgia da restauração capilar apresenta resultados absolutamente naturais com a realização do microtransplante capilar (conhecida como técnica “fio-a-fio”).
O Dr. Márcio Crisóstomo obteve o treinamento necessário para a realização deste tipo de cirurgia durante sua formação no Serviço de Cirurgia plástica do Prof. Ivo Pitanguy, e é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Restauração Capilar, atualizando-se em eventos como os Congressos Brasileiros de Cirurgia de Restauração Capilar.

A equipe conta com cinco técnicas especializadas no preparo das unidades foliculares sob aumento. A Dra. Manoela Crisóstomo, dermatologista, faz a análise do couro cabeludo por microscopia digital, diagnosticando com precisão patologias do couro cabeludo.
Uma faixa de couro cabeludo é retirada da parte posterior da cabeça, onde os folículos pilosos são de melhor qualidade genética, imunes aos efeitos da hereditariedade, da ação hormonal e da idade. A área doadora é fechada e uma discreta cicatriz permanece no local totalmente coberta pelo cabelo remanescente.

O retalho de couro cabeludo retirado é então tratado e subdividido em unidades foliculares, contendo um a três fios de cabelo cada. Este trabalho é realizado por uma equipe bem treinada, munida de lentes de aumento e microscópio, para maior precisão de corte e aproveitamento máximo dos folículos.

O implante é realizado na área de alopécia, dando prioridade à linha anterior. Esta é desenhada de forma semelhante ao da implantação natural do cabelo. Nela são implantados os fios mais finos, bastante próximos uns aos outros, para dar mais naturalidade; e na parte posterior, as unidades foliculares com 2 e 3 fios, para dar mais volume.
• calvície masculina
• mulheres com rarefação capilar
• portadores de doenças como alopécia areata
• supercílios
• áreas cicatriciais ou com seqüelas de queimaduras
• alopécia após cirurgia plástica de face
Local e sedação
Na área doadora (região posterior da cabeça podendo estender-se pela região lateral da cabeça), dentro do couro cabeludo, cobertas pelo cabelo remanescente
Varia conforme o número de unidades foliculares transplantadas, geralmente de 3 a 5 horas.
Em média 8 a 12 horas
O paciente é liberado para suas atividades usuais em 48 a 72 horas. Os pontos da área doadora (nuca) são absorvidos pelo organismo, e pequenas crostas permanecem na área implantada por 10 a 20 dias. Os primeiros fios começam a nascer em aproximadamente 4 meses, e o resultado definitivo pode ser visto em média no 10º. mês no homem, e no 15º. na mulher. O implante é permanente e os novos fios permanecem por toda a vida. Mais de um tempo cirúrgico pode ser realizado em um mesmo paciente, desde que haja necessidade para tal, e que a área doadora seja suficiente.
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